Se a semeadura é livre e a colheita obrigatória, que semeemos o genuíno cooperativismo para colhermos prosperidade.

A cada 365 dias fica mais claro a necessidade de agregar nas atividades das Cooperativas Financeiras, o mesmo raciocínio que os pioneiros da cooperação, bem como os antecessores deles semearam há mais de um século na rotina profissional, corporativa e societária.

É claramente visível a importância de todo líder conhecer profundamente as raízes da doutrina cooperativista. Não só de conhecimentos técnicos, de governança e inteligência emocional é formada uma liderança no cooperativismo financeiro. Conhecer o passado do movimento cooperativista, em consonância com o comportamento dos primeiros idealizadores e fundadores das iniciativas que fracassaram e de outras que perduraram, é um diferencial dos que perseveram e preservam a essência da doutrina em suas cooperativas.

Será que as cooperativas cortaram as raízes da filosofia cooperativista?

Despertar o DNA Cooperativista que habita em cada profissional do setor, bem como, nos associados às cooperativas financeiras, será o pulsar para o contínuo progresso do movimento cooperativo no Brasil. E isso se faz com a disponibilidade de informação e conhecimento, os quais unidos à ética e moral, formam um foco de sabedoria cooperativista.

Muitos autores, dos últimos 30 anos, investiram esforço intelectual para que, com suas obras, resgatassem nos profissionais os sentimentos saudosistas que orbitam no transcendente de homens e mulheres sonhadores de uma sociedade mais justa e meritocrática, tendo por base os preceitos cooperativistas de outrora.

Dizem que, para prosseguir, é preciso deixar de olhar para trás. Isso é uma falácia no meio cooperativo. Não deve se adaptar à realidade do Cooperativismo. Conhecer e constantemente reforçar as raízes da doutrina cooperativista, é ato basilar para a atuação das Cooperativas de Crédito e de outros ramos sistêmicos.

Conhecer as tentativas de corajosos e persistentes visionários do passado, é caminho para saber valorizar a essência do que veio posteriormente a ser o cooperativismo de Rochdale, primeira manifestação formalmente cooperativista em nosso mundo.

Resta-nos refletir sobre: o que, nós do setor, queremos colher? Progresso com rosto e gestos capitalistas ou prosperidade com expressão, comportamento e identidade genuinamente cooperativista? Não é utopia! Na prática podemos melhorar a realidade.

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